MAPA EPIDEMIOLÓGICO REFERENTE À NEOPLASIA DE PÂNCREAS NO BRASIL

Rayane Ruas Oliveira, Daniel Costa Silveira, Karina Cardoso Teixeira, Lorena Iza Penna Moura, Tarcísio Nunes Alvarenga, Cláudia Cristina Teixeira

Resumo

MAPA EPIDEMIOLÓGICO REFERENTE À NEOPLASIA DE PÂNCREAS NO
BRASIL

Resumo: Objetivo: Analisar a epidemiologia do câncer de pâncreas no Brasil a fim de contribuir para o
entendimento da realidade no país e aprimorar a detecção de novos casos em locais com alta incidência
e prevalência. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de corte transversal, cuja fonte de dados
foi o Sistema de Informação Hospitalar do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS). A população alvo inclui
pacientes portadores do câncer de pâncreas, registrados no Brasil, entre 2008 e 2018. Resultados: Foram
registradas 80.199 internações no período estudado. A região Sul apresentou a maior prevalência por
100.000 habitantes (77,39) e o sexo masculino foi responsável por 50,68% das internações. A faixa etária
mais acometida foi dos 60-69 anos (29,89%), com predomínio da raça branca (50,10%). A região Sudeste
apresentou 10.908 óbitos e a taxa de mortalidade foi maior na região Norte (29,3). Conclusão: Esses dados
permitiram caracterizar o perfil epidemiológico do câncer de pâncreas no Brasil. Verificou-se que homens
brancos apresentaram uma alta taxa de internação. Com o progressivo aumento do número de internações
por câncer de pâncreas e o grande impacto sociodemográfico dessa enfermidade no Brasil, observou-se
uma necessidade de melhoria das políticas públicas de prevenção dessa enfermidade.

Palavras-chave

Epidemiologia; Neoplasias Pancreáticas; Brasil; Mortalidade; Morbidade

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