Memória, ontologia e linguagem na análise bergsoniana da subjetividade

Débora Cristina Morato Pinto

Resumo

Trata-se aqui de apresentar, de modo geral, o estudo da subjetividade realizado por Bergson, assim como a redescrição do sujeito enquanto memória desenvolvida nas obras iniciais do filósofo. Nós veremos como ele reúne a crítica da inteligência (e de sua principal ferramenta, a linguagem) e a construção de uma nova ontologia. A originalidade do percurso aparece na gênese do sujeito e do objeto à luz da duração, pela qual Bergson escapa às aporias da filosofia moderna. A noção de memória (e suas múltiplas significações) é o centro das análises.

Palavras-chave

Bérgson; Duração; Subjetividade; Memória; Inteligência; Criação

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