Diferentes horários de polinização artificial no pegamento e qualidade de frutos de pinheira (Annona Squamosa l.) no norte de Minas Gerais

Silvia Nietsche, Marlon Cristian Toledo Pereira, Marcelo Vinicius Rocha, Nadia Nardelli Durães, Wagner Ferreira da Mota, Valdeir Dias Gonçalves, Lílian Carén Braz, Samuel Campos de Abreu, Cynthia de Lima

Resumo

O Brasil tem se destacado como grande produtor de frutas, especialmente a pinha. A cultura é encontrada desde o norte do país até o estado de São Paulo. Atualmente, o cultivo desta fruteira se espalhou, com a ocorrência de grandes áreas em vários estados brasileiros. A polinização inadequada é um dos fatores limitantes na produção comercial destes frutos. Com o objetivo de estudar os efeitos da polinização artificial, foram selecionadas 16 plantas provenientes de um pomar comercial de pinha localizado no município de Nova Porteirinha, Minas Gerais. As flores foram polinizadas no estágio de fêmea por meio do uso de um pincel número dois. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, os tratamentos foram compostos de seis horários de polinização (7:00, 8:00, 9:00, 15:00, 16:00 e 17:00 horas), quatro repetições, utilizando-se 10 flores por parcela. Foram avaliados porcentagem de pegamento dos frutos, comprimento, diâmetro e peso dos frutos, peso da casca, polpa e sementes, número de sementes, firmeza e teor de sólidos solúveis totais. Os melhores tratamentos para as características de peso de frutos, da polpa, da casca, diâmetro, número e peso de sementes, porcentagem de pegamento e teor de sólidos solúveis totais foram obtidos entre 7:00 e 9:00 horas. A característica de firmeza dos frutos não foi afetada nos tratamentos testados. Foram determinadas correlações positivas e significativas para os seguintes pares de caracteres: peso de fruto e diâmetro e peso de fruto e peso de casca.

Palavras-chave

Pinha; Florescimento; Correlações e ata

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