A atuação de profissionais de educação física/ oficineiros no programa “fica vivo!”: uma revisão teórica

Ronderson Rodrigues Duarte, Matilde Meire Miranda Cadete

Resumo

Resumo: Este estudo objetivou analisar a percepção dos profissionais de Educação Física/oficineiros referente à vulnerabilidade social, Educação Física, Educação e o Programa de Controle de Homicídios “Fica Vivo!” no eixo da proteção social. Fundamentou-se na pesquisa bibliográfica narrativa com levantamentos de artigos nas bases de dados SciELO e LILACS. Também, foram pesquisados livros, dissertações, teses e programas governamentais. Os descritores utilizados foram: vulnerabilidade social, Educação Física, Educação. Percebe-se que a situação de vulnerabilidade social leva os jovens a mais momentos em que se encontram em risco social, não acessibilidade aos serviços básicos e, consequentemente, reforça essa vulnerabilidade. A Educação Física enquadra-se como ferramenta de inserção social, contribuindo para o desenvolvimento integral dos sujeitos, o que lhes possibilita melhores níveis de qualidade de vida, pois os leva a ambientes saudáveis onde interagem entre si, constroem relações afetivas e trocam experiências. A educação possibilita a formação de jovens ativos, autônomos e cidadãos. No contexto do programa, a aprendizagem e as mudanças comportamentais dos sujeitos se fazem presentes e os potencializam como cidadãos e protagonistas, contudo, diversos preceitos da educação são necessários para mais esclarecimento e obtenção de resultados, ainda, mais eficazes e eficientes, possibilitando, com isso, o desenvolvimento local.

Palavras-chave

Vulnerabilidade Social; Educação Física; Educação.

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