Plantas medicinais como recurso terapêutico entre funcionários do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Unimontes

Maria Helena Alves Feitosa, Letícia Lopes Soares, Isabelle Ramalho Ferreira, Marina Magalhães Andrade, Gabriela Pereira Dias

Resumo

Resumo: Objetivo: Verificar o uso de plantas medicinais como recurso terapêutico entre funcionários do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, CCBS, da Unimontes. Metodologia: Estudo transversal e analítico. Para coleta de dados, utilizou-se um questionário semiestruturado e autoaplicado, após estudo piloto. O tratamento estatístico considerou o nível de significância p<0,05. Resultados: Foram entrevistados 69 funcionários, a maioria do sexo feminino (68,1%), com idade entre 18 e 57 anos. Dos entrevistados, 78,3% usam plantas medicinais. Desses, 58,6% utilizam mais de uma espécie por vez, sendo a principal forma de uso o chá. O uso não foi associado ao sexo, cor de pele, religião, naturalidade e escolaridade (p>0,05), contudo a média de idade dos que utilizam plantas foi maior que a média dos que não utilizam (p=0,04). A maioria (87,9%) aprendeu a usar plantas com familiares e amigos e, quase totalidade (98,3%) relatou melhora dos sintomas. Entretanto, em casos de doenças e após a prescrição médica, 69,8% usam o medicamento alopático e a planta ao mesmo tempo.  Conclusão: A utilização de plantas medicinais, como recurso terapêutico, entre os funcionários sugere uma incorporação cultural da prática integrativa e complementar.

Palavras-chave

Plantas medicinais; Fitoterapia; Saúde; Cultura

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