Bioimpedância vs absortometria radiológica de dupla energia na avaliação da composição em crianças

Cláudio R. Escovar Paiva, Adroaldo C. de Araujo Gaya, Martim Bottaro, Jaime Tolentino Miranda Netor

Resumo

O objetivo deste estudo foi determinar a aplicabilidade e a precisão das equações de bioimpedância na avaliação da composição corporal em 31 meninas brasileiras com idade entre 10 e 14 anos. Absortometria radiológica de dupla energia (DXA, LunarÒ, DPX-IQ, Versão 4.6 A) foi usada para a obtenção da gordura relativa (%G) e da massa livre de gordura (MLG) de referência. A resistência corporal total foi medida pelo analisador Biodynamics modelo 310. Os resultados encontrados foram que a equação de Jenkins & Heyward estimou de forma precisa a média da MLG com um erro de predição aceitável (EPE = 1,69 kg). A equação de Jenkins & Heyward também estimou aproximadamente 87% dos indivíduos da amostra dentro de ± 2,8 kg. Embora a equação de Houtkooper obtivesse um erro de predição aceitável (EPE = 1,77 kg), a equação superestimou de forma significativa a MLG em 1,15 kg (p < 0,05). Baseando-se nesses resultados, aconselha-se o uso da equação de BIA de JENKINS & HEYWARD (1999), para crianças na avaliação da composição corporal de meninas brasileiras (10 a 14 anos).

Palavras-chave

Criança; Bioimpedância; Composição corporal; DXA

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