Conselho municipal de saúde: perspectiva do profissional de saúde inserido na estratégia saúde da família

Daniele Lopes da Silva, Érika Marinho Carneiro, Gislaine Conceição Teixeira Pereira e Maia, Simone de Melo Costa

Resumo

Resumo: Objetivo: Este estudo investigou, na perspectiva do profissional inserido na Estratégia da Saúde da Família (ESF), o funcionamento e organização do Conselho Municipal de Saúde de municípios de pequeno porte populacional. Metodologia: Pesquisa de caráter transversal e censitária (n=91) realizada junto aos profissionais de saúde da ESF de dois municípios dos estados de Minas Gerais e Bahia. A coleta de dados deu-se por meio de quesionário. Resultados: O estudo mostrou prevalência do sexo feminino (84,6%), e idade média de 33,67 anos. Segundo os entrevistados os conselheiros não estão preparados para desenvolverem suas funções (74,7%) e não são atuantes (75,8%). A maioria afirmou não conhecer a composição, os representantes da saúde e o critério de escolha dos membros do CMS de sua cidade. Apesar da maioria nunca ter participado de uma reunião (73,6%), 84,6% acreditam que um CMS atuante pode melhorar a vida da população. Constatou-se associação entre a menor escolaridade e o desconhecimento dos representantes da saúde (p<0,05). Conclusão: O estudo contribuiu para reflexões dos trabalhadores da ESF sobre a participação consciente, crítica e ativa na esfera social, no âmbito da saúde.

Palavras-chave

Conselhos de saúde. Controle social. Profissional de saúde. Saúde da família. Representação comunitária

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