Conhecimentos, hábitos e atitudes das gestantes em relação à transmissibilidade do streptococcus mutans

Carolina Carvalho de Oliveira Santos, Thiago Fonseca-Silva, Soraya Mameluque, Verônica Oliveira Dias, Edwaldo de Souza Barbosa-Júnior

Resumo

Resumo: Este trabalho propõe avaliar o conhecimento, os hábitos e as atitudes das gestantes com relação à transmissibilidade do Streptococcus mutans. Foi aplicado um questionário semiestruturado para 41 pacientes gestantes atendidas no pré-natal da Policlínica da Universidade Estadual de Montes Claros – MG ao longo do primeiro semestre de 2007. Foram analisadas informações relativas à transmissibilidade da doença cárie, higienização e dieta. Das gestantes entrevistadas, 53,7% acreditavam que é possível a transmissibilidade da doença cárie de uma pessoa para outra; 39,02% consideraram que o beijo na boca de bebês e o compartilhamento de talheres estão relacionados com a transmissão da cárie; 92,7% destacam a limpeza da cavidade bucal do bebê como necessária. As gestantes reconhecem a possibilidade de transmissibilidade da doença cárie. E, para a maioria, os hábitos com maior capacidade de favorecer o desenvolvimento da cárie são: passar mel ou açúcar na chupeta e adoçar a mamadeira.

Palavras-chave

cárie dentária; transmissibilidade; gestantes

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