Protocolos de assepsia e comprimento de explantes de bananeira ‘Prata Anã’ sobre a produção de mudas por micropropagação

Sara de Almeida Rios, Silvia Nietsche, Marlon Cristian Toledo Pereira, Adelica Aparecida Xavier, Thiago Prates Fernandes, Márcia Maria Dias, Cynthia de Lima, Telma Miranda dos Santos

Resumo

O aprimoramento constante dos processos de multiplicação in vitro tem sido essencial para sua aceitação no mercado. O objetivo foi avaliar dois protocolos de assepsia na micropropagação de explantes de bananeira ‘Prata-Anã’. Meristemas apicais de comprimentos 1,5 cm, 3,0 cm e 6 cm foram submetidos a dois protocolos de assepsia, Des1 e Des2. Após essa fase, os explantes foram cultivados em meio de cultura MS, por cinco subcultivos, em intervalos de 30 dias, no Laboratório de Cultura de Tecidos e Células Vegetais, do Campus da UNIMONTES, no ano de 2005, em Janaúba. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. O protocolo Des2 proporcionou menores porcentagens de contaminação (45,83 %). A produção média foi de 331,42 explantes por ápice meristemático após 5 subcultivos. A taxa média multiplicativa acumulada por explante viável foi de 2,85.

Palavras-chave

Musa sp.; mudas micropropagadas; contaminação

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