Enraizamento e crescimento inicial dos porta-enxertos de videira ‘IAC 572’ e ‘IAC 766’ em telado e no campo na região norte de Minas Gerais

Marlon Cristian Toledo Pereira, Lize de Moraes Vieira da Cunha, Silvia Nietsche, Fabrício Silveira Santos, Valdeir Dias Gonçalves, Fernando Almeida Santos

Resumo

No Brasil, a implantação dos vinhedos é feita a partir do enraizamento dos porta-enxertos diretamente no campo ou em recipientes com substrato para posterior transplantio para locais definitivos. Dentre os porta-enxertos podemos destacar ‘IAC 572’, o mais propagado atualmente, e o ‘IAC 766’. Este trabalho teve como objetivo avaliar o comportamento dos porta-enxertos ‘IAC 572’ e ‘IAC 766’ em dois ambientes, sob telado e no campo, na região Norte de Minas Gerais. Quatro meses após o plantio, foram avaliados porcentagem de pegamento dos porta-enxertos, diâmetro e comprimento do caule principal, massa seca do sistema radicular e da parte aérea. Estas características foram submetidas à análise de variância e teste de Tukey. O porta-enxerto ‘IAC 766’ apresentou maior porcentagem de pegamento quando plantado diretamente no campo, enquanto o ‘IAC 572’ demonstrou melhores resultados sob telado com 50% de sombreamento. No entanto, o porta-enxerto ‘IAC 572’ mostrou maior vigor do que o ‘IAC 766’. O crescimento de raízes e da parte aérea dos porta-enxertos de videira foi superior em condições de campo, comparado às condições de sombreamento do telado.

Palavras-chave

Enraizamento; Vitis vinifera; Porta-enxertos; Sombreamento

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