Plano amostral e ponderação pelo efeito de desenho de um levantamento epidemiológico de saúde bucal

Andréa Maria Eleutério Barros de Lima Martins, Pedro Eleutério Santos-Neto, Leandro Henrique Souza Batista, Jairo Evangelista Nascimento, Allyson Ferreira Gusmão, Núbia Barbosa Eleutério, André Luiz Sena Guimarães, Alfredo Maurício Batista De'Paula, Desirée Sant'Ana Haikal, Marise Fagundes Silveira, Isabela Almeida Pordeus

Resumo

Resumo: Objetivo: Descrever o planejamento amostral, métodos de estimação e ponderação. Metodologia: Garantiu-se representatividade de 6 estratos etários, buscando o maior tamanho de amostra ao se considerar proporções (50%), médias de dentes cariados, perdidos e obturados (CPOD), desvio padrão (DP) prévio, deff igual a 2,0 e taxa de não resposta de 20%. Optou-se por uma amostra complexa probabilística por conglomerados e propõe-se ponderação pelo efeito de desenho. Resultados: A amostra planejada, considerando proporções, foi de 4478 e de 755, considerando o CPOD/DP, sendo a final de 4852. Dentre os 276 setores censitários urbanos, sortearam-se 52 e dentre as 11 áreas rurais, sortearam-se duas. No segundo estágio, em cada um dos 52 setores, sorteou-se de uma a 11 quadras, totalizando 354 quadras. A taxa de não reposta foi próxima a 10% nos estratos, avaliando-se 4509 pessoas. O peso para cada conglomerado variou de 3,7 a 47,1. Conclusões: Após ponderação, constataram-se modificações nas proporções da amostra. A amostragem e a ponderação apresentadas foram baseadas em propostas recentes, garantindo poder de inferência necessário às investigações epidemiológicas.

Palavras-chave: Amostragem por conglomerados. Estudos Populacionais em Saúde Pública. Técnicas de estimação. Análise estatística. Saúde bucal.

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Amostragem por conglomerados. Estudos Populacionais em Saúde Pública. Técnicas de estimação. Análise estatística. Saúde bucal.

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